Desde o ano passado tenho me esforçado ao máximo para retomar um hábito há muito esquecido: a leitura. Não me refiro a ler notícias e outros textos em sites, blogs e afins. Me refiro a tomar um livro, ler ele até o fim e já passar para a próxima leitura. Não tem sido fácil, mas tenho exercitado muito essa prática.
Conforme relatei no meu artigo “Há dez anos…”, eu lia bastante, inclusive bons livros. Bons, claro, segundo meus critérios. Listo títulos como “1984” (George Orwell), “Ela” (H. Rider) e outros que não me recordo agora. Eu era jovem, a mente era despreocupada. Tinha bastante tempo disponível e ainda podia me vangloriar por ler mais de cinco livros no ano (boa parte deles, de ficção infanto-juvenil).
Os tempos, agora, são outros. Mas nunca é tarde para retomar o tempo perdido. Passei a exercitar a mente com alguns livretos, para então passar a ler obras mais robustas. Atualmente, minha lista inclui livros na área de teologia e, na área de ficção (minha favorita), comecei a ler “As Crônicas de Nárnia” (C.S. Lewis). Para todos os casos, a briga com o sono é ferrenha, mas tenho saído vencedor na maioria das vezes.
Preciso dar um crédito especial ao GoodReads, rede social destinada a leitores e que tem me ajudado bastante na organização de leituras, estabelecendo metas e conhecendo outras pessoas que servem de inspiração nessa trajetória. Está sendo uma experiência ótima e, espero, em breve talvez traga aqui resenhas de livros que li. Será um ótimo exercício.

