
Acabei de assistir a 2ª temporada de “The Mandalorian”, que para mim tem sido uma das melhores séries de todos os tempos. Não é exagero. É só ler reportagens a respeito do show produzido pela Disney e que tem resgatado a essência do universo de Star Wars, após as experiências pouco agradáveis da nova trilogia iniciada e 2014.
“Mandaloriano”, como é chamado pelos BRs, traz histórias fechadas, ótimos enredos e um visual fantástico para uma série, algo que que dentro do universo só poderia ser visto nas séries animadas, como Clone Wars e Rebels (pretendo assistir em breve). E os personagens, então, são deveras carismáticos e envolventes.
A série aborda muitos temas que não chegam a ser enfadonhos como aconteceu nos filmes. Por exemplo, as nuances políticas (há até questões religiosas envolvidas. Mas sobre isso falarei em outro site). Elas estão na série, mas não chegam a nos chatear. Os roteiristas nos fazem compreender bem o que está rolando e seguem em frente com a aventura sem cansar quem assiste.
Meu primeiro contato com a série foi, acreditem, numa viagem interestadual, há quase um ano. Estava indo passar as festas de fim de ano em Manaus e a empresa de ônibus pela qual viajei tinha um serviço interno de streaming. E qual foi a minha surpresa, lá no meio de tantos filmes e séries, The Mandalorian estava disponível no catálogo. Gratuitamente. E dublada (me julguem!), sendo que há poucos dias tinha sido lançada.
Eu assisti cinco episódios da série na “minúscula” tela [trincada] do meu iPhone SE (que eu levava só por que baixei um app que simula câmeras vintage, que não estavam disponíveis para Android), já que por algum motivo meu outro celular não conseguia acesso à “Netflix” do ônibus. Mas, de cara, já me impressionei com o visual e trilha sonora da série.
Eu já tinha visto várias imagens e memes relacionados. O “Baby Yoda” já era sensação em todas as páginas do Facebook. Até quem não assistia a série já tinha se encantado com o personagem. E quando comecei a assistir The Mandalorian, comecei a entender o porquê. Sem falar no protagonista Din Djarin, vivido por Pedro Pascal (que só um ano depois é que descobri que se tratava do Oberyn Martell, de Game Of Thrones).

Além dos elementos que eu já citei, a narrativa, as aspirações e motivações em torno dos personagens em ambas as temporadas são um caso à parte que precisam ser analisados. Uma saga não apenas de coragem, mas de determinação, superação, redenção e por aí vai são presentes em The Mandalorian. Como eu disse, a série não exagera chegando a cansar o telespectador. E esse é o diferencial da série.
Só posso dizer que a Disney, sob a mão forte e brilhantismo de Jon Favreau e Dave Filoni, tem acertado em cheio (o último episódio desta 2ª temporada ilustra bastante isso). E tal é o sucesso de The Mandalorian que a companhia já anunciou uma penca de filmes e séries, dentro do universo Star Wars, que virão por aí (Ê, capitalismo brabo!). Assim, outras histórias, novas sagas e novos personagens terão destaques, fazendo a alegria dos fãs da franquia. Como deve ser…


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